Alopecia e menopausa: porque se acentua a queda de cabelo e que opções existem
Se nos últimos meses nota que o seu cabelo está mais fino, que a risca se vê mais larga do que antes ou que fica mais cabelo na escova do que o habitual, e além disso está na menopausa ou perto dela, é muito provável que estes dois factos estejam relacionados. Não é algo que deva encarar como uma fatalidade, nem como algo de que não se possa falar. É um processo hormonal muito real e, quanto mais cedo se compreender, mais cedo se pode abordar com calma.

A minha alopecia é areata universal, por isso não vivi este processo concreto na primeira pessoa, mas há anos que oiço mulheres que o atravessam, e é uma das questões que mais se repetem na loja a partir desta altura do ano. Vamos falar disto com a informação de que dispomos, lembrando sempre que um dermatologista ou um tricologista é quem melhor pode avaliar o seu caso concreto.
Porque é que a menopausa afeta o cabelo
Durante a menopausa, os níveis de estrogénios descem de forma notória, e estas hormonas têm um papel importante em manter o ciclo de vida do cabelo numa fase de crescimento ativo. Quando descem, o equilíbrio hormonal desloca-se para uma maior influência relativa dos androgénios, o que pode favorecer a miniaturização progressiva do folículo piloso, sobretudo na zona superior da cabeça e na risca ao meio.
Isto é o que se conhece como alopecia androgenética feminina, e não é exclusiva da menopausa: também pode aparecer por fatores genéticos ou noutros momentos de mudança hormonal, como a gravidez ou o pós-parto, tal como explicamos no artigo "Tratamentos para a alopecia feminina". O que acontece na menopausa é que este processo hormonal atua como desencadeador ou acelerador em mulheres que já tinham alguma predisposição.
Em que se distingue da queda de outono
É fácil confundir este processo com a queda sazonal que muita gente nota no outono, mas são duas coisas diferentes, e vale a pena distingui-las bem. Já falámos em pormenor da queda sazonal no artigo "Saúde do couro cabeludo depois do verão", onde explicamos que se trata de um eflúvio telógeno sazonal: uma queda difusa, temporária e reversível, que costuma aparecer entre setembro e novembro e que se recupera sozinha com o tempo.
A alopecia androgenética associada à menopausa é diferente: não é pontual nem sazonal, mas progressiva e mantida no tempo, e não se recupera por si só sem abordar a causa hormonal de fundo. Se a sua queda dura há mais de dois ou três meses de forma constante, e nota além disso que o cabelo se vê mais fino no conjunto (não só que cai mais, mas que cada fio é mais fino), é sinal de que convém consultar um especialista para que avalie se se trata deste tipo de alopecia.
Sinais a ter em conta
Alguns sinais que costumam acompanhar a alopecia androgenética por menopausa são o alargamento progressivo da risca, uma menor densidade geral na parte superior da cabeça e cabelos que, quando voltam a crescer, o fazem mais finos do que antes. Não costuma produzir calvas definidas nem zonas completamente lisas, mas uma perda de densidade mais generalizada e gradual.
Se além disso nota outros sintomas próprios da menopausa (afrontamentos, alterações do ciclo, alterações do sono), é razoável pensar que tudo faz parte do mesmo processo hormonal, embora só um profissional o possa confirmar com segurança.
Que opções existem hoje
A boa notícia é que este tipo de alopecia não significa ficar sem alternativas. Há vários caminhos, e nem todos passam por uma peruca completa, embora para algumas mulheres seja também a opção que melhor funciona.
Integrações capilares ou perucas parciais
Quando a perda de densidade é maior, sobretudo na zona da coroa ou da risca, uma integração capilar ou peruca parcial pode ser uma solução mais completa, já que se integra com o cabelo próprio nas zonas onde ainda há densidade suficiente.
Peruca completa, se a perda for mais avançada
Nos casos em que a alopecia androgenética está mais avançada, algumas mulheres preferem diretamente uma peruca completa, tanto por comodidade como pelo resultado estético que procuram.
Se optar por uma peruca completa, este mês toda a gama Ellen Wille tem 25 % de desconto já aplicado no preço, sem código, válido durante todo o mês de outubro.
Não é preciso esperar que seja mais evidente
Um dos erros mais habituais é esperar demasiado antes de procurar informação ou ajuda, a pensar que talvez pare sozinha ou que não é assim tão grave. Quanto mais cedo se identificar o processo e se falar com um profissional, mais opções costuma haver para o abrandar ou para encontrar a solução estética que melhor se adapte a cada caso.
Se está neste momento e não sabe por onde começar, na Chiara Cabello podemos ajudá-la a avaliar que opção se adapta melhor à sua situação, sem pressão e sem necessidade de tomar uma decisão definitiva na primeira conversa. Pode escrever-nos por WhatsApp para o +34 618 53 78 53, por e-mail para pedidos@chiaracabello.com, ou preencher o nosso formulário de contacto
Porque é que cai mais cabelo na menopausa?
Porque a descida de estrogénios altera o equilíbrio hormonal a favor dos androgénios, o que pode favorecer a miniaturização progressiva do folículo piloso, sobretudo na zona superior da cabeça.
É o mesmo que a queda de cabelo no outono?
Não. A queda de outono costuma ser um eflúvio telógeno sazonal, temporário e reversível, enquanto a alopecia androgenética por menopausa é progressiva e não se recupera sozinha.
Que opções há se me está a cair o cabelo por causa da menopausa?
Depende do grau de perda: desde integrações capilares ou perucas parciais até uma peruca completa em casos mais avançados.






Comments